Julho 20, 2011

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Junho 10, 2011

Força motriz


FORÇA MOTRIZ

Lembramos continuamente, diante de nosso Deus e Pai, o que vocês têm demonstrado: o trabalho que resulta da fé, o esforço motivado pelo amor e a perseverança proveniente da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo. (1 Tessalonicenses 1.3)
 
Toda obra é gerada por alguma força motriz. Nos levantamos para pegar o trânsito querendo chegar ao trabalho. Estudamos meses para passar no vestibular. O sucesso profissional ou a necessidade dos recursos financeiros leva as pessoas a se levantarem para o trabalho e para os estudos.
 
Paulo nos diz que o trabalho Cristão resulta da fé. Crer em Jesus promove uma força ao trabalho que nos impulsiona a propagar o evangelho e a adorar ao Senhor pela salvação. Tal feito promove sentimentos que nos levam a ser mais íntegros e mais generosos. A força do amor de Jesus passa a nos mover ao trabalho e a promover a perseverança diante das dificuldades deste trabalho por meio da fé no Cristo que servimos e não pela fé cega nas pessoas ou organizações que possam falhar.
 
Se a força motriz não resulta da fé, o trabalho cristão mostra-se frio.
Se a força motriz não é perseverante, a esperança se mostra desgastada.

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Abrigo


ABRIGO

 Tu és o meu abrigo; tu me preservarás das angústias e me cercarás de canções de livramento. (Salmo 32.7)

Quem mora ou já morou no Seminário do Sul (STBSB) certamente conhece bem a ladeira que conduz à entrada do campus. Árvores frondosas cercam o caminho, tornando-o bonito e vívido. Por vezes encontramos micos nas árvores ou aves especiais que tornam a caminhada ainda mais prazerosa. Porém, nos dias de tempestades de verão, caminhar por ali torna-se perturbador. Relâmpagos reluzem sobre a copa das árvores, chuva e vento tempestuoso podem nos encontrar no caminho e assim podemos ficar à mercê das intempéries.

Como seria bom um abrigo! Um banho e um chocolate quente para tirar a friagem e relaxar o corpo.
Será que poderia alguém, que tem um abrigo, abandoná-lo para ir de encontro à tempestade, aos ventos, raios e ao frio?

É assim que fazemos quando na vida e no ministério prefirimos seguir com nossas próprias cabeças ao invés de ter abrigo no conselho do Senhor.

Não viva fora do abrigo de Deus. Não caminhe fora do abrigo. Na angústia ou na alegria... permaneça no abrigo.
Ramon Chrystian A. Lima
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Maio 02, 2011

Vitamina

E, quando (Jesus) ia chegando, vendo a cidade, chorou sobre ela. (Lucas 19.41)


Os evangelhos relatam o trabalho de Jesus. Ele andou por muitos lugares e realizou vários sinais (sabemos de muitos). Podemos perceber que ele teve focado em seu papel de salvar o homem e assim restaurar sua relação com Deus. Assim o fez. A história conhecemos e a lembramos a cada ano por várias vezes.
 Jesus realizou muitas coisas mas não ficou focado em suas atividades como um fim. Jesus não deixou que seus afazeres o desviasse de sua missão. Podemos notar que o que realizou, o fez com o coração quebrantado. Jesus chorou sobre Jerusalém e se compadeceu pela humanidade. Ele sentiu na pele as dores do povo, suas angústias, sua opressão e as vezes suas alegrias. Nada ele fez por fazer. Jesus chorou porque as pessoas se preocupavam com tantas leis, ritos e práticas mas estavam perdendo a devoção sincera por Deus.

Ele é o nosso exemplo porque corremos muito o risco de realizarmos muitas coisas e perdermos a devoção.

Quantos afazeres nós temos...

A banda está bem estruturada?
As introduções, interlúdios estão ok? O contracanto está afinado? 
Hum... precisamos trocar a corda do violão...
O piano está alto? E o contrabaixo?
Bem... acho que uma nona cairia bem neste acorde... sus2 ou add9?
Os versículos da ordem de culto estão bem encadeados?... Uff estão.
E o Sermão? Hum... encontrei uma mensagem bonita...
O coro lembra das vozes? Como estão as becas? Cantamos em qual parte do culto?
Nossa... achei uma nova cantata de natal maravilhosa...
Rapaz... que arranjo!
Tem um cântico novo que vai ficar muito bonito no culto...precisamos ensaiar... vai casar com a mensagem do pastor...

E assim prosseguimos correndo o risco de termos cultos mecanicamente perfeitos e espiritualmente vazios.

Ao realizarmos qualquer coisa, tenhamos o mesmo sentimento que ouve em Jesus: os afazeres não são um fim, mas são meios para nos levar mais próximos do Senhor, para nos impulsionar e levar também outras pessoas à devoção. 


Assim como batemos vitaminas de frutas com leite no liquidificador e chega o tempo em que já não se pode mais separar o que é fruta do que é leite, assim também que os nossos afazeres sejam misturados com temor, com devoção sincera e contrição.